Pesquisa



Compete à Coordenação de Pesquisa monitorar e avaliar os resultados gerados pelos projetos científicos e tecnológicos cadastrados; zelar pela continuidade de estudos aprofundados em áreas temáticas de interesse do IF Sudeste MG - Campus Juiz de Fora; diagnosticar áreas de conhecimento que contribuam de forma significativa e produtiva para o crescimento e desenvolvimento da comunidade local e propor programas que possam suprir outras áreas de conhecimento; acompanhar e registrar os projetos e as atividades de pesquisa na instituição; estimular o diálogo com outras instituições científicas e tecnológicas; acompanhar a execução de projetos científicos e tecnológicos por meio da regularidade de prestação de contas do desenvolvimento das etapas operacionais gerados pelos projetos cadastrados; selecionar e direcionar chamadas de editais públicos que sejam fomentados por recursos institucionais e/ou de agências estaduais e federais; organizar estatísticas sobre o desenvolvimento de pesquisas no Campus; fomentar a realização de congressos, simpósios e seminários para estudo e debate de temas científicos e tecnológicos, bem como participar de iniciativas semelhantes de outras instituições; organizar o Seminário de Iniciação Científica anualmente.

A Iniciação Científica é a modalidade de pesquisa acadêmica desenvolvida por alunos do Ensino Técnico de Nível Médio e/ou da Graduação em projetos de diversas áreas do conhecimento ligadas as pesquisa de servidores atuantes no Campus. Após a submissão da proposta de pesquisa submetida pelo servidor e aprovada quanto ao seu mérito por avaliadores externos ao Campus, o aluno-pesquisador é indicado por este orientador para exercer os passos importantes da pesquisa científica, desde a concepção das perguntas a serem respondidas durante a pesquisa, a sistematização de ideias, a importância dos referenciais teóricos, até a busca das melhores metodologias, a síntese de observações ou experiências, a elaboração de relatórios, a redação técnica de relatórios, a redação científica de resumos para congressos ou similares e de artigos. Além disso, é fundamental a participação do aluno-pesquisador na apresentação de seus resultados em eventos internos, cumprindo um dos principais requisitos de uma pesquisa científica: divulgação dos resultados obtidos à comunidade.

 

·       Proposição de Projetos: ao lançamento do Edital de chamadas para o programa institucional de bolsas de iniciação científica, o servidor interessado deve cadastrar seu projeto de pesquisa na Coordenação de Pesquisa da DPIPG para avaliação do mérito.


Existem nove modalidades diferentes de Programas de Iniciação Científica no Campus Juiz de Fora que podem ter alunos cadastrados em pesquisas. As modalidades de bolsas vão desde as financiadas por agências de fomento estadual (FAPEMIG) e federal (CNPq), até mesmo as financiadas com recurso do próprio Campus ou a modalidade de cadastro de alunos voluntários. São elas:

 

1.  BIC (Bolsas de Iniciação Científica e Tecnológica) Destinadas a estudantes de graduação com bolsas financiadas pela FAPEMIG. Seu objetivo é desenvolver nos alunos o interesse pela pesquisa científica e tecnológica e complementar sua formação acadêmica.

2.    IC (Bolsas de Iniciação Científica) - Destinadas a estudantes de graduação com bolsas financiadas pelo CNPq. Visa despertar a vocação científica e incentivar talentos potenciais entre estes estudantes.

3.    BIT (Bolsas de Iniciação Tecnológica) - Destinadas a alunos de graduação com bolsas financiadas também pelo CNPq. Tem por objetivo estimular os jovens do ensino superior nas atividades, metodologias, conhecimentos e práticas próprias ao desenvolvimento tecnológico e processos de inovação.

4.  PIBICTI (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica, em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação) - Destinado a alunos de graduação com bolsas financiadas com recurso do IF Sudeste MG - Campus Juiz de Fora, inserindo-os e estimulando-os à atividade científica e ao desenvolvimento e transferência de novas tecnologias e inovação.

5.  PIVICTI (Programa Institucional Voluntário de Iniciação Científica, em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação) - Programa implementado com estudantes voluntários do ensino superior, com os mesmos deveres dos bolsistas remunerados, inserindo-os e estimulando-os ao desenvolvimento e transferência de novas tecnologias e inovação (sem bolsa).

6.   BIC JR (Bolsas de Iniciação Científica Júnior) - É destinado a estudantes de ensinos Fundamental, Médio e Profissional de Escolas Públicas com bolsas financiadas pela FAPEMIG. Seu objetivo é despertar, desde a educação básica, o interesse pela investigação e conhecimento científico.

7.  ICJ (Bolsas de Iniciação Científica Júnior) - Voltadas, também, para os estudantes dos Ensinos Fundamental, Médio e Profissional da Rede Pública com bolsas financiadas pelo CNPq. Visa fortalecer o processo de disseminação das informações e conhecimentos científicos e tecnológicos básicos, além de desenvolver atitudes, habilidades e valores necessários à educação científica e tecnológica.

8.  PIBICTI JR (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica, em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação Júnior) - Destinado a alunos do Ensino Técnico de Nível Médio com bolsas financiadas com recurso do IF Sudeste MG - Campus Juiz de Fora. Visa inserir e estimular a atividade científica e ao desenvolvimento e transferência de novas tecnologias e inovação.

9.  PIVICTI JR (Programa Institucional Voluntário de Iniciação Científica, em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação Júnior) - Programa implementado com estudantes voluntários do Ensino Técnico de Nível Médio, com os mesmos deveres dos bolsistas remunerados, inserindo-os e estimulando-os ao desenvolvimento e transferência de novas tecnologias e inovação (sem bolsa).

 

 

Requisitos para se inscrever como bolsista:

Para alunos de Ensino Superior:
Estar regularmente matriculado, no momento de implantação da bolsa, em cursos de Ensino Superior do IF Sudeste MG (caso não haja, na Instituição, estudantes que atendam ao perfil desejado pelo projeto, as cotas de bolsas oriundas do CNPq podem ser destinadas à aluno de qualquer instituição pública ou privada de Ensino Superior do país); ser indicado por um único orientador; não ter vínculo empregatício e ter disponibilidade para cumprir as vinte horas semanais previstas nos editais, respeitando o horário de trabalho firmado com o orientador; assinar termo de sigilo pelo desenvolvimento da pesquisa; fazer referência à sua condição de bolsista nas publicações de trabalhos apresentados e dar crédito às agências de fomento a qual fornece a bolsa; participar do Seminário de Iniciação Científica, apresentando os resultados obtidos sob a forma de resumo, painel e/ou comunicação oral, bem como apresentar os resultados alcançados, por meio de relatório técnico/final ou por meio de apresentação/submissão de artigo, após o término da bolsa e antes da apresentação no Seminário.

Para alunos de Ensino Básico:
Estar regularmente matriculado, no momento de implementação da bolsa, em instituições públicas de Ensino Fundamental, Médio e Profissional e possuir frequência igual ou superior a oitenta por cento (caso não haja, na Instituição, estudantes que atendam ao perfil desejado pelo projeto, as cotas de bolsas oriundas do CNPq podem ser destinadas a aluno de qualquer instituição pública ou privada de Ensino Fundamental e/ou Médio do país); ser indicado por um único orientador; não ter vínculo empregatício e ter disponibilidade para cumprir as oito horas semanais previstas nos editais, respeitando o horário de trabalho firmado com o orientador; assinar termo de sigilo pelo desenvolvimento da pesquisa; fazer referência à sua condição de bolsista nas publicações de trabalhos apresentados e dar crédito às agências de fomento a qual fornece a bolsa; participar do Seminário de Iniciação Científica, apresentando os resultados obtidos sob a forma de resumo, painel e/ou comunicação oral, bem como apresentar os resultados alcançados por meio de relatório técnico/final ou por meio de apresentação/submissão de artigo, após o término da bolsa e antes da apresentação no Seminário.

Obs. 1) Poderá ser concedida bolsa a estudante que esteja em estágio não-obrigatório, desde que haja declaração conjunta da instituição de ensino, do supervisor do estágio e do orientador da pesquisa, de que a realização do estágio não afetará sua dedicação às atividades acadêmicas e de pesquisa.
Obs. 2) É vedada a acumulação da bolsa com as de outros programas ou de outras instituições, EXCETO, com as dos Programas de Atendimento aos Estudantes em Baixa Condição Socioeconômica.

 

 

Como me cadastrar como bolsista: 
Preencher e assinar os formulários F3 (Indicação do Bolsista e Compromisso do bolsista) com as assinaturas do orientador e dos responsáveis (caso seja menor de idade), anexando também cópias do RG, CPF e Comprovante de abertura de conta corrente no Banco do Brasil (devendo aparecer os números da Agência e da Conta Correte), e por fim entregar na Coordenação de Pesquisa da DPIPG.

O bolsista deve ter Currículo na Plataforma Lattes do (CNPq https://wwws.cnpq.br/cvlattesweb/pkg_cv_estr.inicio) caso esteja pleiteando bolsa financiada pelo próprio CNPq; ou ter cadastro no Sistema EVEREST da FAPEMIG (http://everest.fapemig.br/usuarios/novo_usuario.php) caso esteja pleiteando a bolsa da FAPEMIG. Caso estes cadastros não sejam realizados, não haverá possibilidade de pagamento das bolsas pelas respectivas agências de fomento.

 

 

Obrigações dos Bolsistas: ter uma frequência semanal de 20 (vinte) horas no desenvolvimento do projeto no caso alunos de Graduação e 8 (oito) horas no caso de alunos de Ensino Técnico de Nível Médio; entregar na Coordenação de Pesquisa da DPIPG até o quinto dia de cada mês formulário F5 (acompanhamento mensal, que pode ser retirado no Sistema Inovare) referente ao mês anteriormente trabalhado, assinado pelo bolsista e pelo orientador (Exemplo: até o dia 5 do mês de outubro/2015 deve-se entregar o acompanhamento mensal "F5" com mês de referência Setembro/2015).

 

 

Requisitos para emissão do certificado de conclusão do Projeto de Iniciação Científica: ter entregue todos os formulários F5 (acompanhamento mensal), o formulário F7 (avaliação final), o relatório final (conforme o modelo apresentado no F8 - normas para Relatório Final) e comprovante de apresentação dos resultados da pesquisa, preferencialmente, no Seminário de Iniciação Científica ou em outro evento também de caráter científico.

 

Normatização: Portaria 329/2010.

Como cadastrar um Grupo de Pesquisa?

a) para haver uma validação do grupo de pesquisa junto ao Campus é preciso encaminhar ao Dirigente de Pesquisa um projeto mínimo, que caracterize realmente um projeto de grupo (nome dos participantes, nome do líder do grupo, linhas de pesquisa e objetivos das linhas de pesquisa, resultados esperados, objetivo do grupo, etc). Essa etapa é pensada na instância - ou autonomia - do Campus. Validada essa etapa, o Dirigente de pesquisa do Campus encaminha um ofício à Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação (Propesqinov) solicitando o cadastramento do grupo, com cópia do projeto;

b) na outra etapa, o Pró-Reitor de Pesquisa e Inovação cadastra o líder do grupo. Este receberá um acesso ao Diretório dos Grupos de Pesquisa (DGP) para preencher um formulário, que, na verdade, são os dados solicitados acima. E solicita a certificação, tanto na plataforma do DGP, quanto por e-mail.

c) após isso, a Propesqinov certifica o grupo.

O líder deverá evitar as seguintes situações consideradas atípicas pelo CNPq:

  • Grupos unitários;
  • Grupos sem estudantes;
  • Grupos sem técnicos;
  • Grupos com mais de dez pesquisadores;
  • Grupos com mais de dez linhas de pesquisa;
  • Grupos onde o líder não é doutor;
  • Grupos sem doutores no conjunto de pesquisadores;
  • Pesquisadores que participam de quatro ou mais grupos;
  • Estudantes que participam de dois ou mais grupos;
  • Grupos semelhantes.



Maiores informação também podem ser obtidas em: http://lattes.cnpq.br/web/dgp


Grupos de Pesquisa do Campus Juiz de Fora:


Construções Civis

Líderes: Walcyr Duarte Nascimento e Edgar Ricardo Ferreira


Laboratório de Ergonomia e Design - LED

Líderes: Márcia Moreira Rangel e Erika Guedes Magalhães


Engenharia de Software

Líderes: Marco Antônio Pereira Araújo e Emerson Augusto Priamo Moraes


Engenharia e Ciência dos Materiais e Nanotecnologia

Líder: Thales Costa Soares


Grupo de Estudos e Pesquisa em Educação

Líderes: Paulo César de Souza Ignácio e Diana Esther Tuyarot de Barci


Grupo de Estudos e Pesquisas em Energias Alternativas - GEPEA

Líder: Diana Esther Tuyarot de Barci


Grupo de Física Aplicada

Líder: Thales Costa Soares


Grupo de Pesquisa Multidisciplinar em Física Teórica e Aplicada

Líder: Bruno Gonçalves


Grupo de Pesquisa de Telecomunicações, Telemetria, Instrumentação e Processamento Digital de Sinais

Líderes: Fillipe Andrade La Gatta e Thiago Rogrigues OLiveira


Grupo de Sistemas Eletrônicos, Automação e Robótica - GEAR

Líderes: Thiago da Silva castro e Márcio do Carmo Barbosa Poncilio Rodrigues


Núcleo de Pesquisa em Automação e Manufatura - NUPAM

Líderes: Renato Françoso de Ávila e Jalon de Morais Vieira


Redes de Computadores e Sistemas Distribuídos

Líder: Eugênia Cristina Müller Giancoli Jabour


LEME - Laboratório de Estudos Multidisciplinares em Empreendedorismo

Líder: Rodrigo de Magalhães Cunha

Para solicitar a criação de Laboratório, consulte a Portaria nº 0148/2015 de 11 de maio de 2015.


Laboratórios com Portaria de criação:


1) Laboratório de Telecomunicações e Instrumentação (LATTI)

Portaria de Criação do Laboratório: 254/2015

        Local: Sala 220 - Bloco K

Chefe de Laboratório: Filipe Andrade La-Gatta (filipe.lagatta@ifsudestemg.edu.br)

Vice-Chefe de Laboratório: Thiago Rodrigues Oliveira (thiago.oliveira@ifsudestemg.edu.br)


2) Laboratório Multidisciplinar de Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação em Física Teórica e Aplicada

Portaria de Criação do Laboratório: 397/2015

        Local: Bloco O'

Chefe de Laboratório: Bruno Gonçalves (bruno.gonçalves@ifsudestemg.edu.br)


3) Laboratório Multidisciplinar de Energias Alternativas

        Portaria de Criação do Laboratório: 260/2016

        Local: Sala 201 - anexo, Bloco A

        Chefe de Laboratório: Diana Esther Tuyarot de Barci (diana.tuyarot@ifsudestemg.edu.br)


4) Laboratório de Física Computacional

        Portaria de Criação  do Laboratório: 025/2017

        Local: Sala 105A - Bloco C

        Chefe de Laboratório: Elena Konstantinova (elena.konst@ifsudestemg.edu.br)


5) Laboratório de Ensino de Matemática

        Portaria de Criação do Laboratório: 031/2018

        Local: Sala 108, Bloco A

        Chefe de Laboratório: Larissa Carvalho Soares Amaral (larissa.soares@ifsudestemg.edu.br)


6) Laboratório de Caracterização de Materiais

       Portaria de Criação do Laboratório: 182/2018

       Local: Sala 109, Bloco F

       Chefe de Laboratório: Lecino Caldeira (lecino.caldeira@ifsudestemg.edu.br)

       Vice-chefe de Laboratório: Valter Pereira (valter.pereira@ifsudestemg.edu.br)


7) Laboratório de Corrosão/Proteção Superficial e Eletroquímica

       Portaria de Criação do Laboratório: 183/2018

       Local: Sala 202C, Bloco F

       Chefe de Laboratório: Valter Pereira (valter.pereira@ifsudestemg.edu.br)

       Vice-chefe do Laboratório: Ely Wagner Ferreira Sabará (ely.ferreira@ifsudestemg.edu.br)


8) Laboratório de Ensaios Mecânicos e Ensaios Não-Destrutivo

       Portaria de Criação do Laboratório: 184/2018

       Local: Sala 104, Bloco F

       Chefe de Laboratório: Lecino Caldeira (lecino.caldeira@ifsudestemg.edu.br)

       Vice-chefe do Laboratório: Ely Wagner Ferreira Sabará (ely.ferreira@ifsudestemg.edu.br)

O serviço de tradução de textos do idioma português para o inglês e revisão de textos em inglês visa atender às demandas dos pesquisadores para publicações acadêmico-científicas em periódicos nacionais e internacionais.


O arquivo a ser traduzido ou revisado deve ser enviado exclusivamente pelo endereço de correio eletrônico dpipgatende.jf@ifsudestemg.edu.br.


Os pedidos para a tradução são de fluxo contínuo.


Para maiores informações: Portaria 151/2019.


Multiverso: Revista Eletrônica do Campus Juiz de Fora - IF Sudeste MG


A Multiverso é uma revista eletrônica criada por um grupo de pesquisadores das mais diversas áreas do conhecimento. Com o objetivo principal de ser um canal de comunicação amplo para divulgação de conhecimentos relacionados com Ciências Biológicas, Ciências da Saúde, Ciências Exatas e da Terra, Engenharias, Ciências Sociais Aplicadas, Ciências Humanas, Linguística, Letras e Artes, Multidisciplinar, a Multiverso valoriza os trabalhos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico.


Para acessar o site da revista e ler os artigos publicados e/ou fazer a sua submissão, clique aqui.
















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