» Campus JF celebra formatura dos cursos de graduação



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No último sábado, 7 de outubro, foi realizado no anfiteatro do Centro Administrativo um dos eventos mais esperados da vida de qualquer acadêmico: a tão sonhada formatura. Foram doze alunos do Campus Juiz de Fora concluindo com muita honra o curso de graduação. Dentre os formandos, seis Engenheiros Mecatrônicos, três bacharéis em Sistemas de Informação e três licenciados em Física, que partem daqui para ganharem o mundo.

Durante a cerimônia, várias homenagens foram feitas a professores, funcionários e alunos. Além disso, o prêmio Acadêmico de Destaque foi entregue pelo diretor de Ensino, Sílvio Fernandes. Do curso de Engenharia Mecatrônica, a aluna premiada foi Amanda Ferreira da Silva; da Licenciatura em Física, o destaque foi para Vilmara Aparecida de Oliveira; e do Bacharelado em Sistemas de Informação, Matheus Henrique da Silva Muniz, que recebeu, além deste prêmio, o de Aluno Destaque da Sociedade Brasileira de Computação (SBC), representada no Campus pelo professor Marco Antônio Pereira Araújo.

Para descrever como fez para gerenciar seus estudos e alcançar tal destaque, o aluno duplamente premiado elenca uma série de fatores. “Primeiramente eu acho que é Deus, que sempre está me abençoando, e também minha família que sempre está me apoiando, permitindo que eu me dedique em tempo integral aos estudos, para estar sempre avançando. Devo isso também aos meus professores e às bolsas que me desenvolveram com relação à programação e ao gerenciamento de projetos, por exemplo”, explica com gratidão. Ele conta que não esperava pelas premiações e que ficou muito feliz. “Mas ao mesmo tempo fiquei um pouco constrangido, porque somos só três alunos que formamos, eles chegaram até aqui comigo, então acho que nós três deveríamos ter recebido. Mas fico muito grato”, contrapõe humildemente.

Matheus confessa que a sensação de estar se formando é um mix de felicidade com insegurança. “Estar saindo da faculdade é uma sensação muito boa, pois consegui romper mais uma etapa da minha vida. Ao mesmo tempo é uma sensação agonizante, porque agora estou indo para o mercado de trabalho. Mas é algo que é necessário”. O bacharel em Sistemas de Informação conta que no momento pretende focar em concursos públicos, cursar uma pós-graduação a distância e, futuramente, ingressar no mestrado e, em seguida, no doutorado.

Outra pessoa que foi duplamente homenageada nessa formatura foi a servidora Vânia Márcia de Paula, bibliotecária, que recebeu as honrarias dos alunos dos cursos de Engenharia Mecatrônica e BSI. “É uma satisfação imensa. Cada convite suscita na gente o desejo de se doar mais. De dar o meu melhor no trabalho como servidora. De oferecer ao aluno o suporte que ele necessita nesse momento de formação. Esses convites vêm coroar e mostrar que eu estou no caminho certo. Lembrando também que essas homenagens são um reflexo do atendimento que a biblioteca oferece ao aluno durante sua formação, da qual eu sou uma representante. É um sinal de que o setor está cumprindo bem o seu papel”, declara emocionada.

O reitor Charles Okama não pôde estar presente na cerimônia e foi representado pela pró-reitora de Ensino, Glaucia Franco Teixeira, que deixou uma mensagem motivadora e de esperança para os formandos. “Sempre a celebração de uma formatura é algo fundamental, é a realização de um sonho para cada um daqueles alunos que estão vivendo aquele momento. É um momento de muita dúvida, muita incerteza, mas também de muita expectativa do futuro. Espero que eles acreditem no próprio potencial. Que eles lutem por todos os seus sonhos, sejam sempre éticos, profissionais e humildes, porque assim eles vão longe. Mesmo nesse momento difícil do país, a gente precisa continuar com a expectativa, fé e coragem de que as coisas vão melhorar e que a gente vai encontrar um lugar para conseguir demonstrar nosso melhor profissionalmente”, encoraja.

O professor Bruno Gonçalves, paraninfo do curso de Licenciatura em Física, aconselha os novos profissionais a investirem sempre em capacitação profissional, constante aprendizado e, principalmente, continuarem a carreira acadêmica. “A profissão do professor exige que este esteja sempre atualizado. Novas tecnologias sempre surgem, assim como novas maneiras de ensinar, e o professor que não se enquadra nisso não consegue conversar com os próprios alunos em sala de aula, por não falar a linguagem tecnológica do dia a dia deles. O mundo muda muito rapidamente, tem que buscar novas formas de se capacitar. Hoje, vejo como melhor opção fazer o mestrado. Quem acabou de se formar, não somente os professores, deve procurar essa maneira acadêmica de se capacitar, porque é a que mais engloba o conhecimento, e dentro das universidades é onde se concentram os centros de excelência do mundo, na minha opinião”, defende.

Segundo Denison Baldo, coordenador de Ensino de Graduação, os cursos de graduação do Campus Juiz de Fora obtiveram média 4, numa escala em que a nota máxima é 5, logo nos primeiros anos dos cursos. Ele explica que os alunos trabalham em projetos diversos, com intercâmbio entre os diferentes cursos. “A gente tem aluno do BSI trabalhado em parceria com algum professor da Mecatrônica. Tem aluno da Física trabalhando com alguns professores do BSI. Há uma interação entre os cursos. Dentre os projetos que podemos destacar, temos, por exemplo, o PET da Física, que tem uma procura muito grande, onde os alunos conseguem desenvolver muitas coisas. Na Mecatrônica, temos agora um projeto de programação e automação para ensinar futebol de robôs. Temos o Baja, que também envolve professores e alunos de diversos cursos, principalmente da Mecatrônica e da Metalúrgica”.

O coordenador relata também que em pouco tempo o Instituto conseguiu avançar muito com relação à estrutura dos cursos de graduação. “Ao longo do tempo, conseguimos contratar novos professores. Lógico que ainda não está no número ideal que esperávamos, mas conseguimos reduzir o número de professores substitutos e trabalhar mais com professores efetivos. Conseguimos aumentar a titulação dos professores, algo que conta muito para o MEC”. Ele afirma que muitos alunos que estão hoje aqui na escola vieram por influência dos alunos formados aqui que já estão no mercado. “Vemos que os próprios alunos que já se formaram se tornam um meio de publicidade para o Instituto porque, ao se formarem, entrarem numa empresa ou num mestrado, eles mesmos já passam a ser vitrine dos nossos cursos”, ressalta.


Por Ismael Crispim
Revisão: Paula Faria


Postado por: PAULA em 2017-10-10 13:12:16











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